quinta-feira, 28 de maio de 2015

O tempo...


Já não há tempo para nós,
 O tempo perdeu-se 
E nós nos perdemos
 Um do outro.
 Já nem o vento vem
 soprar à minha porta
 Palavras de amor,
 Já nem chove nas manhãs de inverno,
 Abandonaram-me as estações.
 O velhinho que passava de manha cedo,
 O da carroça dos bois,
 Morreu...
 Morreu de madrugada
 Morreu sozinho...
 Quem cuidará agora dos bois?
 Já nem a solidão passa à minha porta
 Disse-me, a solidão
 Que aqui já não há nada...
 Nada para esquecer,
 Tudo porque
 o tempo já passou
 E até o tempo
 Se esqueceu de mim.

 Renata 

 Hoje, ame intensamente e Seja muito feliz.
 Felicidades...

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