domingo, 7 de maio de 2017

Imortalidade...


Conheço-te entre ideais assim,
 dentro do labirinto de teus poemas
 são como sinos de capelas,
 evocando uma tempestade de justiça
 e um derrame de amor. 
Tua poesia é como vinho ardente e embriagador
 me torna serena e com pruridos de imortalidade.
 Beijo teus versos 
rasgando oceanos em fúria e apedrejando impotências
 abro as celas de todos os cárceres
 abrindo janelas de par em par
 aos gritos de justiça pelas flores que nascem mortas.
 Sinto que és irmão do homem sem pão
 que tua bandeira é universal
 porque te debateste por ela te feriste
 na batalha da igualdade 
sem engolir o sangue das derrotas.

 Pablo Neruda

 Hoje, ame intensamente e Seja muito feliz.
 Felicidades...

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