quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Em sua chegada...


Quando virás lá de longe para me amar?
 Quando serei teu, enfim, sem reservas?
 Navego solitário e a sós neste imenso mar
 Carregado pelo colo das sensuais servas, 
 Que Odin fez descer à Terra para ouvir,
 Os meus muitos lamentos mais grotescos.
 Mas, se tudo isto, são só penas de carpir, 
Acabam-se aqui os distintos parentescos.
 Tão sozinho é como eu meu sinto agora,
 E a minha alma contigo, enfim, namora, 
Mais que tudo isto é quimera de verve. 
 E vou daqui para outro lugar, buscar-te.
 E se quiseres saber qual o meu estandarte,
 Eu sou só aquele que nada mas nada deve.

 Jorge Humberto 

 Hoje, ame intensamente e Seja muito feliz.
 Felicidades...

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