terça-feira, 21 de junho de 2016

Assim no silêncio...


No silêncio da noite...
 Como se chorasse
 Uma alma perdida algures...
 Melancólico, Agarra-se àquela dor...
 As águas cristalinas,
Que deslizam suavemente,
 Levando em seu leito as folhas caídas,
 Pela impiedosa tempestade...
 Nos vales perdidos ela não se cansa em percorrer,
 Toda a curva e qualquer pedra... 
Ao longe alcança o mar.
 Aquele que a esperava ansiosamente...
 E num lamento ela chora,
 pelo riacho perdido...

 Cidália Sousa 

 Hoje, ame intensamente e Seja muito feliz.
 Felicidades...

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