segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Sozinha...


Deixaste-me aqui tão sozinha,
 Levaste a razão do meu ser,
 A prova do meu viver, 
Entre as sombras e os dias,
 Com lágrimas de luto vestidas,
 Arrancaste pedaços de mim,
Carne viva do meu ser, 
Que hoje,rasgada assim, 
Teima em não querer deixar de te ver
 O nó que me ata a alma 
O nó que não me deixa correr,
 O nó deste silêncio um nó, que tanto me faz sofrer,
 A dor mais negra do mundo
 Nas asas de um grande amor, 
Desfeito...
 Que jamais se arranca
 Por dentro e fora do meu peito,
 Onde jaz um corpo,
 Sob a pena de um,
 Amor imperfeito ...

 Julia 

 Hoje, ame intensamente e Seja muito feliz.
 Tudo será felicidades...

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