terça-feira, 24 de novembro de 2015

Nossas amarras...


Caminhos e encantos...
Visitei os lugares mais distantes
Já vi o sol brilhar em muitos horizontes
Nenhuma única vez como antes
Quando ainda ríamos aos montes
Procurei nos olhos e sorrisos
De pessoas distantes, novas e antigas
Todos borrados, errados e imprecisos
Nenhum com o doce de suas cantigas
As amarras que me prendem agora
Eram tão ínfimas há algum tempo
Mas sempre me vejo sem hora
A me debater contra a falta de vento
O que me resta é apenas a sua falta
Aquele vazio que ninguém nunca preencheu
Essa saudade que ficou é tão incauta
Que me assola com toneladas de nada:
Eu.

Mateus

Hoje, ame intensamente e seja muito feliz.
Felicidades...



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