terça-feira, 3 de novembro de 2015

Eternamente...


Escorre entre os dedos,
 O amor se vai... 
Feito água fria do chuveiro
 O corpo murmura dores e ais...
 A saudade cruel é como barco à deriva,
 Que se perde em alto-mar...
 Atroz é a saudade, se esquiva,
 Finge bondade em matar...
 Solidão invade a noite;
 Qual corpo coberto de açoite,
 Geme em si mesma a alma solitária... 
 Por meu amor que se perde no tempo,
 O tempo não vai destruir o que sinto; 
Tudo passará no voo rasteiro da vida,
 Mas eternamente te amarei;
 Não minto...

 Eneb

 Hoje, ame intensamente e Seja muito feliz.
 Felicidades...

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