segunda-feira, 28 de abril de 2014

Ainda hoje..


Quero compor um poema 
onde fremente
 cante a vida das florestas
 das águas e dos ventos.
 Que o meu canto 
seja no meio do temporal
 uma chicotada de vento
 que estremeça as estrelas
 desfaça mitos
e rasgue nevoeiros
 — escancarando sóis!

 Manuel da Fonseca

 Hoje, ame intensamente e Seja Muito feliz. Felicidades...

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